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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Doação de óvulos em troca de tratamento de reprodução


Mulheres poderão doar óvulos em troca de tratamento de reprodução




A resolução do Conselho Federal de Medicina para a reprodução assistida vai permitir que mulheres doem óvulos em troca do tratamento. Veja as principais mudanças.
Foram 14 anos tentando engravidar sem sucesso, até que ela e o marido decidiram doar os óvulos em troca do tratamento. “Veio uma cliente e comentou comigo sobre a doação de óvulos. Eu resolvi doar para ajudar uma pessoa e assim a pessoa ajudaria também fazendo o meu tratamento. O resultado foi positivo. Estou adorando, estou grávida de gêmeos”, conta.
O sonho da futura mãe se tornou realidade e está agora regulamentado na nova resolução do Conselho Federal de Medicina. Foi estabelecida também a idade máxima de 50 anos para a doação de espermatozóides e de 50 anos para a gestação das mães fecundadas artificialmente. Para doação de óvulos a idade máxima de 35 anos.
Outra novidade importante anunciada pelo Conselho Federal de Medicina é o direito de casais homoafetivos e pessoas solteiras também se beneficiarem das técnicas de reprodução assistida. Nesses casos, o procedimento só não será realizado se o médico se declarar impedido por motivo de consciência.
Marisa e Joana estão juntas há oito anos e querem um filho. Elas consideraram as novas regras um avanço. Mas porque Marisa está prestes a fazer 50 anos, poderão ter que mudar os planos.
“Existe fazer a gravidez direto de mim com a compra de um sêmen ou possivelmente a adoção”, afirma a atriz Joana Mendonça.
“A maternidade é uma vontade minha e dela, mas ela não deixará de ser se houver uma adoção, e não no risco. Opções temos”, afirma a empresária Marisa Manfredini.
Para o especialista em reprodução assistida, a barreira da idade não vai ser um problema. “Essas mulheres estão recorrendo a tratamento agora possíveis porque na época delas não era possível. Durante um período vamos descobrir um hiato com essas pacientes, mas daqui para frente as mulheres não vão chegar a 50 ou 60 anos querendo engravidar”, afirma o especialista Isaac Yadid.
“O assunto é nacional, a lei é nacional. É uma evolução para a gente”, afirma o casal.
O tratamento de reprodução assistida ainda tem o acesso restrito na rede pública. Apenas nove hospitais oferecem essa técnica de graça, pelo SUS. A fila é grande.
Em Brasília, o tempo médio de espera para a fertilização in vitro é de quatro anos e meio, segundo a Secretaria de Saúde.
No Brasil, ainda são poucos os hospitais que oferecem a técnica, mas nem todos os procedimentos são cobertos pelo SUS. De acordo com o Ministério da Saúde, os hospitais que fazem o tratamento ficam em São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Recife e Goiânia.
A cidade de Natal também recebeu um laboratório público de fertilidade assistida. A primeira tentativa deve ser realizada no mês de junho.



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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Às vezes a resposta não é simples.

Li esse texto do professor  Joji Ueno de título "Você ainda não tem filhos?" que abordava como uma pergunta aparentemente simples e inofensiva (ou não) pode atingir tanto quem a recebe.

Às vezes a resposta não é simples.

Às vezes essa é uma pergunta que você se faz todos os dias e anseia por tal resposta.


Você ainda não tem filhos?


As mulheres sem filhos são uma minoria importante, que dobrou nos últimos 20 anos

“Você ainda não tem filhos?”. Esta é uma pergunta que pode machucar. Ainda mais quando a mulher está com mais de 39 anos de idade e o interlocutor insiste em complementar: “Está esperando o quê?”... Em muitos casos, muitas coisas: um parceiro fixo, uma doadora de óvulos compatível, um bom resultado do espermograma do marido, a biópsia do seu último aborto espontâneo...

“Você ainda não tem filhos?” é uma pergunta simples, mas de difícil resposta para muitas das pacientes com as quais converso, todos os dias. É surpreendente ouvir, por quantas vezes na vida, elas passam por esta posição desconfortável: ter de explicar a um familiar, um amigo ou até mesmo a um estranho o porquê elas não têm filhos.

Muitas prefeririam responder quanto ganham, quantas vezes mantêm relações sexuais por mês ou em quem votaram. Outras já têm respostas prontas: “Estou planejando”, “Ainda não”, “A vida não é justa, nem lógica”, "Um em cada seis casais sofre de infertilidade", “Pessoas irresponsáveis ​​têm filhos, mas as pessoas sensatas, muitas vezes, não”, ....

Tudo para evitar a inevitável pergunta susbseqüente: “Por que não?”, que é ainda muito pior.

Fenômeno mundial

No mundo todo, cerca de 90 milhões de casais estão tentando engravidar, mas cada tratamento tem apenas 20% de chances de sucesso. O fato é que, se você é uma mulher, com bem mais de 30 anos, no imaginário popular, é normal que você tenha filhos. Mais do que normal, esta é “a norma”.

Uma norma que precisa ser revista. Até pouco tempo atrás, não ter filhos era uma ocorrência rara, que, fazia da mulher sem filhos “um objeto de piedade ou desconfiança”.

Mas as coisas mudaram: as mulheres sem filhos são uma minoria importante, que dobrou nos últimos 20 anos. Hoje, uma em cada cinco mulheres britânicas não tem filhos. E segundo as previsões do Office for National Statistics, quase um quarto das mulheres nascidas em 1973 não terá filhos até chegar ao final de sua vida reprodutiva: a idade de 45 anos. No grupo das britânicas mais graduadas, o número é maior: 40% não têm filhos aos 35 anos, e um terço delas nunca terá filhos.

Por aqui, também temos números interessantes também, que nos levarão ao mesmo caminho:  a taxa de fecundidade brasileira decresceu da média nacional de 6,3 filhos, em 1960, para 5,8 filhos em 1970, chegando ao patamar de 2,3 filhos, em 2000. A região Sudeste foi a que registrou o menor índice de fecundidade, 2,1 filhos por mulher, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Respostas prontas

Apenas para registro, os motivos que levam uma mulher a não ter filhos são muito complexos e variados: problemas de saúde diversos, instabilidade financeira, falta de parceiro fixo, carreira, câncer, viuvez precoce, um parceiro fixo que não deseja filhos.

É comum entre as pacientes que atendo um ressentimento em relação a “ser uma mulher sem filhos”. Muitas dizem que a sociedade as encara como se “algo estivesse faltando”, “como se elas estivessem perdendo o melhor da vida”, “como se elas fossem um fracasso”... Digo a elas que o olhar de censura ou de reprovação do outro é, porque, no fundo, a infertilidade ainda incomoda e assusta a sociedade.

Assim, qual a melhor resposta quando a questão é: “Você não tem filhos?”. É preciso pensar em algo, pois esta pergunta sempre irá surgir, nos mais diversos lugares e nas mais diversas ocasiões sociais.

Digo a cada uma das minhas pacientes que a melhor resposta é aquela que não a magoa, uma resposta que fale das suas opções e escolhas e que na hora de responder a deixe confortável. Esta resposta pode mudar ao longo dos anos: “Não”, “Meu marido não quer”, “Nós não podemos ter filhos”...

Talvez, nenhuma das respostas mencionadas seja a ideal. Mas, não é preciso se preocupar, pois, com certeza, ninguém é obrigado a falar sobre a contagem de esperma de seu marido ou sobre a sua reserva ovariana, se não desejar fazer isto.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Valores de tratamento para Fertilização in Vitro



Hoje, pesquisando sobre os valores da fertilização in vitro, achei um post no efamily, os valores podem sofrer alterações, o intuito do tópico é para termos base de preços, pois muitas as vezes não temos noção para começar, recomeçar,  enfim ... nada impossível para um sonho!

RIO DE JANEIRO
VIDA FERTIL – R$ 10.000,00 + CONSULTA R$300,00
PRO NASCER-R$9.000,00
SER HUMANA – R$13.900,00
RIO FIV – R$10.000,00 + CONSULTA R$300,00
CENTRO DE INFERTILIDADE – CAMPOS – R$11.000,00 + CONSULTA R$ 250,00
CLINICA PRIMORDIA(LIGADA AO HUNTINGTON) – R$9.000,00 + CONSULTA R$ 400,00
CLINICA ORIGEM – R$ 9.900,00 + CONSULTA 300,00

SÃO PAULO
CLINICA VIVITÁ – DR. GEORGES FASSOLAS – R$ 10.500,00
PROJETO BETA – R$7.500,00  
DRA DANIELLA CASTELLOTTI – R$ 8.500,00 + CONSULTA R$ 480,00
IPGO – R$ 9.200,00
FGO – R$ 12.000,00
FERTILITY – R$ 11.000,00
CLINICA CRH  SANTANA – R$ 9.250,00 + CONSULTA R$ 250,00
HOSPITAL SIRIO LIBANÊS – R$ 12.500,00
HUNTINGTON – R$12.000,00 + CONSULTA R$ 400,00
FUNDAÇÃO ABC- IDÉIA FERTIL – DEPENDE DO PROTOCOLO +- 7.500,00  COM MEDICAÇÃO INCLUÍDA
PROJETO HUNTINGTON NO HOSPITAL STA JOANA – R$ 8.200,00
CLINICA VIDA BEM VINDA- R$6.000,00
MATER PRIME – MOEMA – R$ 8.500,00
CLINICA ENGRAVIDA – R$ 12.000,00 Fiv + medicação
UNIFESP – R$ 3.000,00 À R$ 11.000,00
CLINICA SONOLAYER-GUARULHOS – R$ 10.000,00 + CONSULTA R$ 150,00
CRH – CAMPINAS – R$ 8.000,00 PELO PROJETO ACESSO
PROJETO MAMÃE CEGONHA CHR-RIBEIRÃO PRETO –R$ 2.800,00 + MEDICAMENTOS R$ 5.000,00(RENDA ATÉ 3 SALARIOS MINIMOS)
MATRIX – RIBEIRÃO PRETO – R$ 8.100,00 + CONSULTA R$ 350,00
INFERT – RIBEIRÃO PRETO – R$ 9.600,00

MINAS GERAIS
FERTIBABY – CONTAGEM-MG – R$ 5.400,00
FERTIL REPRODUÇÃO HUMANA-MONTES CLAROS-MG-R$ 12.000,00+ CONSULTA R$220,00

BAHIA
CLINICA IVI-R$ 10.500,00
CLINICA GENESIS – SALVADOR – R$ PELO PROGRAMA ACESSO +- R$ 7.000,00

PERNAMBUCO
CENTRO DE REPROODUÇÃO HUMANA DE PERNAMBUCO – R$ PELO PROGRAMA ACESSO +- R$ 6.000,00

PORTO ALEGRE
SEGIR – R$ 6.900,00 + CONSULTA

PARANÁ
Dr. RODRIGO BERGER – R$ 9.000,00
FERTICLINICA – MARINGÁ – R$ 5.900,00
CLINICA EMBRYO – R$ 10.000,00
CLINICA PARANAENSE – TEM VÁRIOS PLANOS –UM DELES É  R$ 9.500,00
CLINICA FERTILITÁ – R$ 9.900,00

Lembrando que são valores de referência (2012), podendo ter variações, os valores não estão incluidos  os medicamentos.





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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O recomeçar



29 de novembro foi o último post do ano passado. Ano novo e “vida nova” ou melhor vida renovada, é assim que me sinto e assim que encaro essa nova fase.
Dezembro não foi um melhor mês, quase me separei do meu grande amor, tivemos uma briga muito feia e quase, mas quase fomos um para cada casa. Tudo passou como um filme na minha cabeça, no mesmo ano que vi mamãe ir embora, eu quase deixava ir embora a pessoa que mais amava e amo!
Muita coisa passou, conversamos sobre muitas coisas, sobre os ‘problemas’ que quase nos separou, e falamos também sobre vinda do bb, queremos  acolher da melhor forma, termos estrutura para o melhor momento e para isso precisamos estar bem um com o outro. Marido fez os exames que o médico pediu, hoje ficamos sabendo que o probleminha continua, mesmo depois da cirurgia. Mas, nada impedirá de lutarmos para você estar aqui conosco.
No mês que vem, eu vou em um novo médico pra ver se esta tudo ok e aí daremos sequência no tratamento.
Comecei a fazer exercícios e já emagreci 2,5kg, a meta é perder os 8kg para começar bem o tratamento. Estou muito animada com a corrida diária (sim, eu corro 10km todos os dias) e me alimentando bem.
Conseguimos pagar as contas e ficou apenas uma, mas logo encerramos isso.
Em breve, muito em breve volto a escrever… assim que tiver novidades, eu espero que seja logo :D


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